Aguarde

Novos tempos pedem novas propostas e soluções.
Inclusão, currículos adaptados, atividades diferenciadas são a tônica do trabalho atual do professor que precisa atender individualmente todos os seus alunos.
E se você encontrasse numa só pesquisa, uma variedade de atividades sobre o mesmo tema, em diferentes níveis de aprofundamento?
Vem aí, os NOVOS DISCOS VIRTUAIS...
Aguarde!

CURRÍCULO - a escola e o livro didático

Os livros didáticos, por si só, são produtos culturais bastante complexos, porque são produzidos industrialmente, ainda que também sejam resultado de um grande esforço intelectual; culturais por serem próprios de cada sociedade, tanto em seus aspectos materiais e visuais como em seus conteúdos; completox, a começar pelo grande número de profissionais envolvidos em sua elaboração, como atestam as páginas de créditos de uma obra - uma enorme gama de saberes é aplicada e organizada ao longo da produção desses livros. Os livros, por sua vez, inserem-se em um processo igualmente intricado, o da educação.
O livro didático não existe sozinho; para que ele cumpra seu propósito, necessariamente deve haver ao menos um leitor que interaja com o texto, um espaço - nem sempre uma sala ou uma grande escola - e um contexto. Este envolve desde a realidade social, econômica e cultural dos professores, alunos e sua comunidade até a esfera legal e institucional em que esse conjunto de elementos se insere (escola privada ou pública, federal, estadual, municipal, comunitária, etc). Disso decorre, então, o acréscimo de um âmbito político, sempre relevante. Esses elementos todos, ao mesmo tempo em que estão articulados, interferem uns nos outros. A titulo de exemplificação, pode-se observar que a mudança na direção da escola ou nos órgãos de gestão da educação, a falta de material escolar ou de merenda, a carga horária de trabalho dos professores e muitos outros fatores causam impactos na educação.
Essa dinâmica não é exclusiva do Brasil, no entanto, em um país como o nosso, em que a realidade educacional é extremamente diversa, ela assume contornos ainda mais marcantes. A produção dos livros didáticos leva isso em conta, razão pela qual os professores encontram à sua disposição uma variedade de coleções. Cada uma é concebida buscando atender a diferentes realidades educacionais e escolares, levando ainda em consideração que os professores podem estabelecer diferentes objetivos para seu trabalho.
Enquanto uma coleção pode se caracterizar por um reduzido volume de informações, mas elevado número de sugestões de atividades, outra pode trazer detalhadas explicações e definições, acompanhadas de importantes exercícios.
Por isso, em si mesma, nenhuma obra didática é melhor do que a outra. Essa avaliação só pode ser estabelecida após a definição, por parte do professor, da equipe docente e pedagógica, além da direção e da comunidade escolar, de um projeto pedagógico que oriente a ação de todos os envolvidos no trabalho educacional. Portanto, a qualidade de um livro só pode ser estabelecida no interior de um contexto muito maior.
O Brasil vive o desafio de universalizar a educação básica, assegurando que ela tenha um padrão de qualidade que efetivamente permita aos alunos sua inserção social como cidadãos, o que implica, entre outros aspectos, a inclusão no mundo do trabalho. Esse processo não tem sido fácil, pois a abertura de vagas nas escolas, desde os anos 1970, não foi acompanhada pela formação de novos quadros profissionais em quantidade suficiente para dar conta dessa demanda e pela continuada qualificação daqueles que já atuavam na área educacional.
Pelo contrário, o magistério teve seu valor social diminuído, a ponto de atrair cada vez menos pessoas. Entre as muitas consequencias desse processo, temos o baixíssimo rendimento dos alunos brasileiros nas diversas avaliações implantadas ao longo da década de 1990. Reverter esse quadro é compromisso de todos os envolvidos com as questões educacionais.
Nesse sentido, os livros didáticos, particularmente os manuais ou livros do professor, tem sido vistos como um recurso valioso, pois podem oferecer aos professores orientações e sugestões diversas, para um trabalho mais qualificado e eficaz.


ADAPTAÇÃO ESCOLAR - duvidas respondidas

A chegada da criança à escola e principalmente a adaptação da criança à esta nova realidade em sua vida, nem sempre é simples e tranquila.
As crianças que primeiramente frequentam os Centros de Educação Infantil e somente após começam a vida escolar, normalmente tem uma transição mais tranquila, no entanto as crianças que não tem o convivio e começam diretamente na escola, merecem e normalmente precisarão de maior atenção.
Abaixo, coloco as principais duvidas e suas respostas, que foram encontradas em pesquisas via internet e que entraram no blog por pedido e sugestão de várias amigas e amigos, já que este tema ainda não havia sido tratado em nosso espaço.

1.Qual a idade certa para que a criança ingresse na escola?
O ideal é que a criança vá para a escola por volta dois anos, pois é uma idade em que a convivência com outras crianças passa a ser mais estimulante. Mesmo do ponto de vista médico, o indicado é que a criança fique em casa até completar dois anos, pois essa é a idade em que ela atinge a sua plenitude imunológica e fica menos vulnerável a infecções. No entanto, se você tiver de trabalhar e não tiver com quem deixar o seu filho, nada de traumas: faça uma pesquisa e escolha um bom berçário, com boas instalações e com profissionais nos quais você confie. Em alguns casos, é melhor ir para uma boa escola do que ficar em casa com alguém sem formação.

2.Como preparar a criança para o começo na escola?
É importante não esconder nada. Explique que ele vai para a escola a partir de um determinado dia, que você vai levá-lo, vai buscá-lo e que o acompanhará no início. Fale dos novos amiguinhos que vai fazer, da professora, de como é a escola e o que acontece por lá. Mas é importante não exagerar, não falar como se ele estivesse indo para um bufê infantil, para que ele não fique frustrado. Nessas horas, nada como uma boa conversa.

3.Qual é o papel da família na adaptação?
Para o pai e a mãe, a adaptação começa na escolha da escola. Feita a escolha, a família tem que conhecer os rituais da escola, frequentar as reuniões que antecedem o início das aulas e abrir um canal de comunicação com o professor. Além disso, os pais têm o papel de esclarecer, explicar por que ele está indo para a escola, deixar claro que ele vai ficar sozinho lá depois de alguns dias. Não crie falsas expectativas no seu filho. O melhor é dizer a verdade. Explique que você vai acompanhá-lo por um período, mas que, depois disso, você vai voltar ao trabalho e ele vai ficar só com a professora e com os coleguinhas.

4.Qual é o papel da escola na adaptação?
A escola é representada pela figura da professora, que tem um papel fundamental. Ela deve ser duplamente sensível, para entender os anseios dos adultos e das crianças. A professora deve acolher a criança, mostrar as instalações da escola, apresentar os coleguinhas. O ideal é que atenda individualmente cada aluno durante o período de adaptação. Os pais podem acompanhar tudo por meio dos relatos delas, que, nesse período inicial, devem estar mais atentas do que nunca ao comportamento e à alimentação das crianças.

5. Por quanto tempo o pai ou a mãe devem ficar na escola?
O tempo mínimo é de um ou dois dias. O tempo máximo varia de criança para criança, mas, em geral, uma semana ou dez dias são suficientes. Se após esse tempo o seu filho ainda não estiver adaptado e continuar exigindo a sua presença, o melhor é conversar com a coordenação da escola para saber como agir. Talvez seja o caso de pensar em outra estratégia de adaptação. Uma dica importante: nunca vá embora sem se despedir do seu filho. Ele pode se sentir traído e inseguro em relação à escola.

6. Como lidar com o choro?
É preciso identificar se não é um choro manipulatório, pois há crianças que fazem uso dessa artimanha para impedir que os pais as deixem. Muitas vezes, a criança chora ao ver o familiar se afastando, mas, logo depois, para e começa a brincar com os coleguinhas. Há momentos em que é importante ir embora sem olhar para trás, para evitar que essa situação se arraste por mais tempo. Converse com os professores e coordenadores para decidir como agir em casos como esse. E lembre-se: chorar um pouco em uma situação como essa é até saudável.

7. É normal sentir culpa ao deixar o filho na escola?
Sim. É normal principalmente quando o filho ainda é bebê. É claro que, para ou pai ou a mãe, sempre será difícil deixar um bebê nas mãos de um desconhecido (ou quase desconhecido), mas, lembre-se, uma hora ou outra, o momento de ir para a escola chegaria. O melhor é esquecer a culpa, pois a insegurança dos pais é facilmente percebida pelos filhos. Vá trabalhar feliz e faça com que o tempo que você tem com ele seja de muita qualidade. No entanto, se achar que está sofrendo mais do que deveria com essa situação, não hesite em procurar ajuda.

8.Quando a criança passa da Educação Infantil para o Ensino Fundamental é preciso adaptação?
Sim. Em geral, a própria escola faz esse ritual de passagem, mostrando às crianças e aos pais as novas salas de aula, o material que será utilizado e explicando quais serão as novidades que vêm com essa nova etapa. Se houver uma troca de escola, é importante que os pais estejam mais disponíveis nos primeiros dias.

9.Como deve ser feita a adaptação de uma criança que vem de outra escola?
Uma mudança de escola é sempre um pouco mais difícil. Por isso, deve ser muito bem planejada pela família. Se possível, o ideal é que a criança conheça a escola e os professores ou o coordenador antes de as aulas começarem. Isso é importante para que ela tenha referências, saiba a quem recorrer caso tenha dúvidas ou problemas. Além disso, é fundamental que ela entenda por que essa mudança está ocorrendo. O melhor é ser transparente. Em casos de crianças mais velhas, os outros alunos da turma também devem ser preparados para a chegada do novo colega.

10.Como os pais podem ajudar e participar do periodo de adaptação?
Além de acompanhar os primeiros dias da criança na escola, é importante que a família se envolva, conheça as instalações da escola, os professores, os coordenadores e os pais dos outros alunos. Muitas escolas oferecem atividades de adaptação específicas para os pais (sim, para você também é um período de adaptação). Se for o caso da escola do seu filho, não perca. É uma excelente oportunidade de conhecer os outros pais, o que também facilita a integração das crianças. E, quando as aulas começarem, não bombardeie o seu filho com perguntas. É importante escutar o que ele tem a dizer e perguntar o que aprendeu, mas nunca pressione por respostas.
Fonte: http://educarparacrescer.abril.com.br/comportamento/adaptacao-escola-529211.shtml


O tempo de adaptação normal de uma criança varia de uma semana a 15 dias no máximo.
A orientação escolar tem papel fundamental na observação dessas crianças e  orientação aos pais quanto ao melhor que deve ser feito em cada caso!

LINGUA PORTUGUESA - silaba tonica


LINGUA PORTUGUESA - palavras



LINGUA PORTUGUESA - caça palavras com LH


LINGUA PORTUGUESA - produção de texto


LINGUA PORTUGUESA - produção de texto


CIÊNCIAS - conteudos escolares

Ao elaborar seu planejamento, o  professor depara-se com algumas questões cujas respostas interferirão nas tomadas de decisão para sua prática pedagógica.
.Que conteudos ensinar?
.Meus alunos estão preparados para aprender esses conteudos?
.Até que nível de complexidade devo desenvolver determinado conceito?
.Como transmitir o saber científico de modo que os alunos possam compreendê-lo?
Tradicionalmente, o termo "conteúdo" está relacionado aos conhecimentos especificos das diferentes áreas de ensino, e as atividades educativas tem por objetivo levar os alunos à aprendizagem dos tópicos relacionados a esses conteúdos. Por exemplo, ao se deparar com o conteudo "corpo humano" alunos e professores podem se esforçar na atividade de ensinar e de aprender o nome das doenças transmitidas por vírus e bactérias. Nessa perspectiva, aprender as definições e conceitos gerais de natureza científica deve ser o resultado do processo de aprendizagem.
Nos últimos anos, vários estudiosos de diferentes países desenvolveram propostas curriculares que abordam os conteúdos escolares considerando outras dimensões do ensino que vão além da transmissão de conhecimentos pelo professor. Esses estudos, bem como os Parâmetros Curriculares Nacionais, apresentaram uma característica comum marcante ao afirmar que os conteúdos de aprendizagem não são somente aqueles de natureza conceitual, mas também os que envolvem a aprendizagem de procedimentos e atitudes.  Nesse sentido, ao explicitar suas intenções educativas, o professor deveria contemplar as tres dimensões dos conteudos escolares.

CÎÊNCIAS - temas transversais

Propor uma educação para a cidadania requer que temáticas sociais sejam apresentadas ao aluno e discutidas coletivamente.
Os temas transversais refletem um grande avanço nas propostas curriculares de vários países, inclusive nos Parâmetros Curriculares Nacionais do Brasil, uma vez que propõem a todas as áreas de conhecimento o tratamento das seguintes temáticas:
.ética
.meio ambiente
.pluralidade cultural
.saúde
.orientação sexual
.trabalho, consumo e cidadania
A inclusão desses novos conteúdos vem como resposta às transformações ocorridas em nossa sociedade, que afetam a vida e o comportamento dos cidadãos, ditando novos valores e padrões de relacionamento social.
Educar para cultivar o respeito ao outro, independentemente de etnia ou posição social, valorizar os cuidados com o ambiente, desenvolver a consciência para o consumo responsável e investir na adoção de hábitos positivos em relação à própria saúde e à dos demais são, desde já, objetivos explicitos do Ensino Fundamental brasileiro.

CIÊNCIAS - por que ensinar?

Atualmente, vivemos em uma sociedade que prioriza o conhecimento científico, uma vez que a tecnologia, as questões ambientais, a preocupação com a preservação da saúde, entre outros aspectos da área da Ciências, estão cada vez mais presentes nas ações cotidianas. O ensino de Ciências, torna-se consequentemente, cada vez mais indispensável a uma formação voltada para a construção da cidadania, proporcionando ao aluno a ampliação de seu conhecimento do mundo, dos fenômenos e das transformações que ocorrem na natureza, levando-o a compreender o papel do ser humano como indivíduo e agente modificador de seu ambiente.
Mostrar Ciência como um conhecimento que colabora para a compreensão do mundo e suas transformações, para reconhecer o homem como parte do universo e como indivíduo, é a meta que se propõe para o ensino da área na escola fundamental. A apropriação de seus conceitos e procedimentos pode contribuir para o questionamento do que se vê e ouve, para a ampliação das explicações acerca dos fenômenos da natureza, para a compreensão e valoração dos modos de intervir e de utilizar seus recursos, para a compreensão dos recursos tecnologicos que realizam essas mediações, para a reflexão sobre questões éticas implícitas nas relações entre Ciencia, Sociedade e Tecnologia.
Os professores podem buscar nas teorias científicas modelos lógicos que orientem suas aulas e seus projetos, mas nunca devem pretender que a Ciência, tal como se encontra estruturada, seja objeto de ensino na escola. Descrever um modelo teórico ou experimental desconsiderando os conhecimentos prévios do aluno e limitando suas reflexões sobre as relações dele próprio com o ambiente n ão é uma estratéfia de ensino que garanta aprendizagens significativas.
É necessário que o planejamento escolar contemple situações didaticamente estruturadas, de maneira que o aluno possa levantar hipóteses e construir noções sobre os temas abordados, o que lhe possibilitará ampliar o conhecimento sobre as Ciências e acumula-lo durante sua vida escolar.
Os Parâmetros Curriculares Nacionais incluem no currículo questões sociais diretamente relacionadas ao ensino de Ciências, compondo um conjunto articulado de temáticas denominado "temas transversais".

CIÊNCIAS - estações do ano

Por que existem diferentes estações?

Em virtude da inclinação do eixo de rotação da Terra e de seu movimento de translação, a incidência da luz solar no Hemisferio Norte é diferente da incidência de luz solar no Hemisferio Sul.
Por exemplo, enquanto é verão no Hemisfério Sul, é inverno no Hemisfério Norte. Isso ocorre porque a incidência da luz do sol no Hemisfério Sul é maior do que no Hemisfério Norte.
De acordo com a incidência de luz solar em nosso planeta ocorrem as estações do ano: primavera, verão, outono e inverno.