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NOTICIA - Enem 2014: resultados na redação são ‘assustadores’, segundo especialistas

RIO E BRASÍLIA - A expressiva queda de 9,7% na nota média da redação do Enem 2014 em relação à edição anterior acendeu a luz amarela no governo e chamou a atenção de especialistas. Índices cada vez mais baixos de leitura e a pouca familiaridade com o tema proposto pelo exame — publicidade infantil — podem ter contribuído para o recorde de 529 mil candidatos, ou 8,5% do total, com nota zero. Apenas 250 entre 5,9 milhões de estudantes que tiveram seus textos corrigidos alcançaram o conceito máximo (mil). Ao resultado ruim na disciplina (nota 470,8, ante 521,2 em 2013) se somou ainda uma considerável queda (7,3%) no desempenho médio em matemática, contribuindo para uma diminuição da nota geral de 1%.









NOTÍCIA - Cid Gomes diz que corte de R$ 7 bilhões não vai prejudicar a Educação





fonte: http://educacao.estadao.com.br/noticias/geral,cid-gomes-diz-que-corte-de-r-7-bilhoes-nao-vai-prejudicar-a-educacao,1617647

NOTICIA- Ministério da Educação é o mais afetado por corte de gastos

O Ministério da Educação foi o mais afetado pelos cortes de gastos não obrigatórios anunciados pelo governo nesta quinta-feira. Conforme o decreto 8.389, publicado no Diário Oficial da União (DOU), a pasta sofrerá uma limitação extra de 586,83 milhões de reais por mês em seu orçamento. Isso ocorre porque este ministério é o que possui o maior volume de gastos não prioritários, que englobam viagens, compras de material e diárias de hotéis, por exemplo. Em seguida aparecem os ministérios da Defesa, com um corte de 156,46 milhões, das Cidades (144,42 milhões de reais), do Desenvolvimento Social (139,88 milhões de reais), e da Ciência e Tecnologia (130,88 milhões de reais). Os cálculos foram feitos pelo pesquisador do Ibre-FGV Gabriel Barros. 
No total, o governo anunciou o bloqueio provisório de um terço dos gastos administrativos dos 39 ministérios e secretarias especiais, o que deve totalizar uma economia de 1,9 bilhão de reais mensais, segundo o Ministério do Planejamento. 
Confome o texto do decreto, a execução dessas despesas ficará limitada a 1/18 (um dezoito avos ou 5,55%) da dotação prevista no no projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) deste ano, o que representa um aperto adicional nas contas públicas. Com a aprovação da LDO no final do ano passado pelo Congresso Nacional, mas sem a aprovação do Orçamento propriamente dito, o governo poderia gastar mensalmente 1/12 (8,33%) dos valores previstos no projeto orçamentário para a manutenção da máquina pública.
A expectativa do relator-geral do Orçamento de 2015, senador Romero Jucá (PMDB-RR), é que o projeto seja aprovado em plenário no próximo mês, após a volta dos parlamentares do recesso. A avaliação reservada de deputados e senadores é que a matéria vá à votação na semana seguinte ao carnaval, a partir do dia 23 de fevereiro. Depois disso, o governo deve promover um novo contingenciamento de gastos, desta vez sobre o Orçamento aprovado, para tentar cumprir ao fim de 2015 a meta de superávit primário de 1,2% do Produto Interno Bruto (PIB).
Imunes - A maioria das despesas não incluídas no corte provisório (65 de um total de 76) consta de uma lista proibida - por força da Constituição e de leis - de ser alvo de contingenciamento. Entre elas: repasse de recursos para alimentação escolar e manutenção de unidades de ensino; pagamento de benefícios da previdência social; financiamento de programas de desenvolvimento econômico do BNDES; repasses ao Fundo Partidário; pagamento dos serviços da dívida; e transferência de recursos da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) e fundos constitucionais do Norte (FNO), Nordeste (FNE) e Centro-Oeste (FCO).
Outras onze despesas livres de restrição orçamentária foram listadas no decreto, como repasse de recursos para financiamento estudantil, bolsas de estudo do CNPq, Capes, residência médica e para atletas do Programa Segundo Tempo, do Ministério do Esporte.

FONTE: http://veja.abril.com.br/noticia/economia/ministerio-da-educacao-e-o-mais-afetado-por-corte-de-gastos

NOTICIA - Piso salarial de professores terá aumento de 13,01% e irá a R$ 1.917,78

O governo federal vai reajustar o piso nacional de professores em 13,01%, e o valor passará a ser de R$ 1.917,78 para docentes de escolas públicas com 40 horas de trabalho semanais. O valor anterior era de R$ 1.697,39. O novo piso entra em vigor nesta terça-feira (6). Os estados e municípios precisam se adequar para pagar o novo salário aos professores já em fevereiro.
Segundo nota do Ministério da Educação, o ministro Cid Gomes reuniu-se nos últimos dias com representantes do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) para determinar o valor do novo piso.
Conforme a legislação vigente, a correção do piso reflete a variação ocorrida no valor anual mínimo por aluno definido nacionalmente pelo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).
O piso salarial passou de R$ 950, em 2009, para R$ 1.024,67, em 2010, e R$ 1.187,14, em 2011, conforme valores informados no site do MEC. Em 2012, o valor vigente era R$ 1.451; em 2013, passou para R$ 1.567; e, em 2014, foi reajustado para R$ 1.697,39. O maior reajuste foi 22,22%, em 2012.
A Confederação Nacional de Municípios enviou ofício ao MEC solicitando audiência com o ministro Cid Gomes para mudar os critérios de reajuste do piso do magistério. Segundo a entidade, o aumento do piso nacional tem sido muito superior à inflação e ao crescimento das receitas municipais.

FONTE: http://g1.globo.com/educacao/noticia/2015/01/piso-salarial-de-professores-tera-aumento-de-1301-e-ira-r-191778.html

BRASIL: PÁTRIA EDUCADORA

Olá,
começamos 2015 preparando as novidades que serão muitas.
Estamos elaborando novos materiais para todas as idades (0 a 10 anos)
a começar pelo berçário, o primeiro a ser lançado em breve.

Enquanto isso estamos também acompanhando as mudanças governamentais pois a política, querendo ou não tem influencia direta em nossa vida. É ela que determina não somente os salários que ganhamos como os preços que pagamos por tudo, da conta de luz ao pacote de bolacha na prateleira do supermercado.

O "slogan" para os próximos quatro anos de mandato da presidente Dilma é:
Brasil: Pátria Educadora.
Ao ouvir essas palavras no discurso de posse fiquei animada, porém, por não mais que algumas horas.

Assim como pipoca as notícias sobre o novo Ministro da Educação: Cid Gomes, começaram a surgir pela internet.
Primeiro davam conta da falta de qualificação no setor para ocupar o cargo, afinal espera-se que um Ministro da Educação tenha experiência e reconhecido saber na área, tenha sido ao menos professor, pois somente quem entende a dinâmica escolar ou participou dela, pode propor mudanças significativas que não passem de mera teoria. Ainda mais se todos os esforços coletivos estarão voltados para a valorização da pasta educacional.
A realidade, no entanto, faz daquele emblema um mero slogan: o ministro é ex-governador do Ceará, e foi nomeado para contemplar o PROS (11 votos na Câmara) e recompensá-lo pela saída do PSB quando o partido deixou a base do governo.
Na fase de especulação de seu nome, Cid Gomes chegou a dizer que não queria a pasta, e depois, quando já confirmado, sua única manifestação sobre o setor foi a ideia de alterar o currículo do Ensino Médio. A respeito da "expertise" do novo ministro para conduzir o país à condição de "pátria educadora" nada se sabe.

Então eis que surge o grande destaque de sua experiência enquanto gestor público da educação. Na posição de governador do Estado do Ceará, Cid Gomes foi o autor desta pérola, ao se referir aos professores estaduais na época em greve pleiteando melhorias salariais:


A afirmação causou revolta e indignação não somente dos professores do Estado que ganhavam menos da metade do salário dos professores do DF e lutavam por uma causa justa. E apesar de agora o então Ministro dizer que foi mal interpretado, a afirmativa foi clara. e você pode tirar suas próprias conclusões.

Para tirar o foco do passado do então novo Ministro, na próxima quarta-feira (7) será anunciado um aumento para o Piso Nacional na ordem de 12 a 14%.

Ficamos no aguardo das reais medidas governamentais para tirar o discurso da teoria e realmente colocar o Brasil no caminho do desenvolvimento, que, obrigatoriamente, passa pela Educação de seu povo.